sábado, 29 de maio de 2010

MMLA

Foto: DGEMN

Museu Municipal D. Lopo de Almeida

1963 a 1979 ► O Museu sob a Direcção do Dr. João Manuel Bairrão Oleiro ◄

▪ Aquando do falecimento de seu pai Diogo Oleiro, João Manuel Bairrão Oleiro foi nomeado director do Museu Regional D. Lopo e Almeida.
▪ Desempenhou as suas funções sempre a título gracioso durante 16 anos.

1963 a 1985 ► O Museu sob a Direcção de Maria Lucília Moita ◄

▪ Foi nomeada por despacho ministerial Conservadora-Ajudante em 10 de Maio de 1963 (título gracioso ).
▪ Foi nomeada por despacho ministerial Directora-Conservadora em 22 de Agosto de 1979 (título gracioso ).

▪ Década de 60 – a situação da conservação do museu continua a ser assunto de destaque, pelo que considera-se a mudança do museu para o Convento de S. Domingos; Foi realizada uma sondagem sob o revestimento azulejar (capela-mor) – descoberta de frescos; Demolição dos edifícios adjacentes ao museu.

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Foto: DGEMN

Museu Municipal D. Lopo de Almeida

1921 a 1962 ► O Museu sob a Direcção de Diogo Armando da Silva Oleiro ◄


▪ Pedidos constantes para aumento das verbas (museu) e vencimentos do pessoal (Director e do Guarda) e estes tardavam a chegar às mãos do director.

▪ Década de 30 – Realizaram-se algumas obras no edifício (alargamento das frestas para melhor distribuição da luz/ abertura de uma porta de comunicação para a sacristia/telhado/ …).

▪ Década de 40 – A correspondência entre o Director e a CMA e DGEMN é vasta, baseava-se essencialmente nas restantes instalações (anexos) militares e na conservação da igreja.

▪ A questão das diferentes instituições que tutelavam a igreja começou nesta década a tornar-se um problema mais determinante, no sentido de que as obras começavam a ser mais necessárias e de maior vulto.

▪ 1940 a 1960 – reconstrução da cobertura da igreja; reparação do guarda-vento; arranjo do coro-alto; restauro dos pavimentos; …- muitos processos de obras por concretizar.

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Foto: DGEMN

Museu Municipal D. Lopo de Almeida

1 de Junho de 1921 – Sai a Lei nº 1:175, que cria oficialmente na cidade de Abrantes um Museu Regional com a denominação D. Lopo de Almeida.


14 de Dezembro de 1921 – Sai a Lei nº 7:970, que aprova o regulamento do Museu Regional D. Lopo de Almeida, de Abrantes.

11 de Fevereiro de 1922 – Data em que a igreja se encontra despejada de equipamentos militares.

Junho de 1922 – Diogo Armando da Silva Oleiro informa a CMA que em 11 de Maio tomou posse do lugar de Director-Conservador do futuro museu, perante o Conselho de Arte e Arqueologia, em Lisboa, e que em 30 de Maio tomou igualmente posse da Igreja de Santa Maria do Castelo perante a Inspecção de Engenharia e Obras Militares.

1922 – Diogo Oleiro começa a percorrer os concelhos subordinados à área regional do museu de Abrantes a fim de recolher obras de arte e objectos de valor histórico e arqueológico que sejam propriedade do estado entre outros concedidos através de doações dignos de incorporação no museu.

1923 – Abertura ao público do Museu Regional D. Lopo de Almeida em Abrantes.

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Foto: DGEMN